Hoje: 22/05/2026

Estelionato: Operação Pro Soluto Confirma mais 3 Prisões Durante Investigações no Vale do Itajaí/SC

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A Polícia Civil de Santa Catarina deu mais um passo importante contra as fraudes financeiras na região. Recentemente, a Operação Pro Soluto avançou e cumpriu mais três mandados de prisão, intensificando as investigações de um complexo esquema de estelionato e associação criminosa que atuava no Vale do Itajaí.

Esta nova fase de prisões ocorreu após o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) acatar um recurso apresentado pelo Ministério Público Estadual, revertendo a decisão inicial que havia negado as prisões solicitadas pela autoridade policial logo na primeira etapa da operação.

O Avanço da Operação Pro Soluto e as Novas Prisões

A Operação Pro Soluto foi deflagrada originalmente em 23 de março de 2026, pela Delegacia de Combate a Estelionatos (DIC) de Blumenau. Na primeira fase, dez mandados de busca e apreensão e duas prisões já haviam sido executados em cidades como Blumenau, Balneário Camboriú, Indaial e Ascurra.

Agora, as novas ordens judiciais resultaram na prisão de mais três suspeitos, capturados em Blumenau e Ascurra. Segundo a Polícia Civil, a associação criminosa baseava-se fortemente em vínculos familiares:

  • Uma jovem de 22 anos: Apontada como nora de um dos líderes e companheira de um suspeito já detido anteriormente.
  • Um homem de 50 anos: Irmão de um dos investigados e tio de outro membro, evidenciando o caráter familiar do grupo.
  • Um homem de 54 anos: Participava ativamente das fraudes financeiras, mesmo sem grau de parentesco direto com os demais.

Com este novo desdobramento, as autoridades somam cinco prisões preventivas ligadas ao esquema criminoso.

Como Funcionava o Esquema de Estelionato?

Avanço da Operação Pro Soluto e as Novas Prisões por Estelionato no Vale do Itajaí/SC.  - Blumenau em Foco Notícias de Blumenau e Região.
Resultados da Operação Pro Soluto e Prisões por Estelionato.

O grupo criminoso aplicava uma modalidade sofisticada de fraude no mercado financeiro local. A organização emitia notas fiscais duplicadas e boletos bancários falsos, ou seja, sem qualquer lastro comercial de venda real (falsos recebíveis).

Esses documentos forjados eram negociados com empresas de fomento mercantil (as chamadas factorings) da região do Vale do Itajaí. Essas empresas antecipavam os valores em dinheiro aos criminosos com a expectativa de receber o pagamento futuro dos títulos. 

No entanto, como os boletos não possuíam garantia real, a dívida jamais era paga. As investigações policiais apontam que o crime de estelionato provocou um prejuízo severo ao setor financeiro regional, que já ultrapassa a marca de R$ 1,5 milhão.

As autoridades catarinenses continuam a investigar o destino dos valores obtidos ilicitamente e tentam identificar se há outras empresas que caíram no golpe da quadrilha.

Sobre os Crimes de Estelionato e a Operação Pro Soluto:

1. O que é a Operação SMART deflagrada pelo Gaeco?

É uma investigação coordenada pelo MPSC e executada pelo GAECO com o objetivo de apurar e desarticular um esquema de facilitação da entrada de dispositivos eletrônicos em uma unidade prisional de Florianópolis

2. Onde as investigações da Operação SMART estão concentradas?

O foco da investigação é a Unidade de Detenção Provisória (UDP), que fica anexa ao Complexo Penitenciário da Agronômica, na capital catarinense.

3. Como a investigação que gerou a Operação SMART teve início?

As apurações começaram após a Polícia Penal apreender um smartwatch (relógio inteligente) equipado com chip e carregador no interior da penitenciária, levantando suspeitas sobre o esquema de entrada dos objetos.

4. Quais foram os resultados práticos das buscas na Operação SMART?

Houve o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão, a quebra de sigilo bancário de um suspeito e uma prisão em flagrante, que resultou na apreensão de mais de 2,8 kg de maconha, celulares e balanças de precisão.

5. Qual a importância de impedir a entrada desses eletrônicos nos presídios?

Impedir o ingresso de dispositivos como celulares e smartwatches é fundamental para cortar a comunicação de detentos com o mundo exterior, evitando que continuem comandando o tráfico de drogas e outras organizações criminosas de dentro da cadeia.

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